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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
A extensão universitária é uma forma de interação
e de troca de saberes que deve existir entre a Entidade de Ensino e a
Comunidade na qual está inserida. Nessa perspectiva, o Serviço de Fisioterapia
prestado pelos multiprofissionais do NASF, vem desenvolvendo diversas
atividades de extensão no eixo de ação da “Promoção da Saúde”, cujos objetivos
voltam-se para o desenvolvimento.
Esse link visa levar para a comunidade e
adjacências os benefícios do conhecimento e da prática de gestos e atitudes que
possam melhorar a qualidade de vida da população através de temas relacionados
à saúde e a fisioterapia.
Trata-se de um projeto de Atenção Primária
de Saúde, que é norteado por um conjunto integrado de ações básicas,
articuladas a um sistema de promoção e assistência integral à saúde.
Os beneficiários diretos do projeto são os
idosos e adolescentes das práticas físicas tanto do Programa da Academia
Carioca da Saúde, quanto aos adolescentes do CRIAAD, antigo CRIAM Bangu, além
dos usuários atendidos pela Estratégia do Saúde da Família.
A reabilitação é “um processo de consolidação de
objetivos terapêuticos, não caracterizando área de exclusividade profissional e
sim uma proposta de atuação multiprofissional voltada para a recuperação e o
bem-estar bio-psico-social do indivíduo.
A contribuição do fisioterapeuta nessa
equipe tem se dado, principalmente, no sentido da recuperação
motora/física e é nessa perspectiva que o termo reabilitação.
Faz-se necessário criar alternativas que possam
tornar os serviços de reabilitação mais acessíveis à população, contando com a
presença de profissionais habilitados.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
A União faz a
força!
Os Agentes de Vigilância em Saúde, também conhecidos como Agente de Combate a Endemias possuem atividades fundamentais tendo como atribuições o exercício de atividades de vigilância, prevenção e controle de doenças endêmicas e infecto-contagiosas e promoção da saúde, mediante ações de vigilância de endemias e seus vetores, inclusive, se for o caso, fazendo uso de substâncias químicas, abrangendo atividades de execução de programas de saúde, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS, e sob a orientação do gestor.
Dentre as principais ações realizadas pelos os Agentes de Vigilância estão às visitas a domicílios, pontos estratégicos (borracharias, oficinas mecânicas, sucatas, cemitérios e canteiros de obras), locais de difícil acesso e realizam a identificação e destruição dos focos dos mosquitos vetores. As ações de rotina, além de contribuir para a redução da infestação dos mosquitos, podem evitar a sua reintrodução em outras áreas.
Um grande número das ações realizadas são identificados pelos Agentes Comunitários em Saúde, na sua microárea. Os ACS têm um elo muito estreito com seus acompanhados, e no momento da Visita Domiciliar ele identifica um possível foco dentro daquela residência, templo religioso ou qualquer outro local dentro da sua microárea. Após a identificação o mesmo aciona o AVS que cobre a Área e este inicia seus trabalhos.
Os Agentes de Vigilância em Saúde identificam e
orientam os proprietários dos locais que têm focos dos mosquitos, sejam
residências ou terrenos, para que realizem limpeza sistemática do local.
Realizam reuniões de sensibilização junto à população, para prevenir a
infestação nos imóveis, capacitação para agentes comunitários de saúde, sobre
vigilância e controle de endemias. Trabalham com educação em saúde (orientação,
panfletagem e conscientização da população), em operações especiais de
tratamento químico.
Para facilitar o trabalho dos Agentes de Vigilância em Saúde, a identificação desses profissionais pela população,
oferecendo mais segurança aos moradores diante da visita domiciliar realizada
por eles, a Prefeitura do Rio de Janeiro entrega uniforme completo a cada um. O
uniforme é importante também para promover economia com vestuário pelos Agentes.
As medidas de Combate a Dengue na região, não são concentradas apenas no período epidemiológico. Os AVS realizam ações ininterruptamente. Os cuidados de vigilância em casa devem ser constantes. A população pode ajudar nesta luta, denunciando supostos focos de criadouros ou pedir orientação sobre a dengue de três formas: ligando para Unidade de Saúde (3332-4970), Central de Atendimento ao Cidadão (1746), falando com os Agentes Comunitários de Saúde de sua microárea ou pelo e-mail: blogdocmsmgsf@gmail.com.



