CMS MANOEL GUILHERME DA SILVEIRA FILHO

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Ciclo de Debates * "AIDS e Hepatite B"

Postado em 07/11/2013

CICLO DE DEBATES SUBPAV 2013

TEMA: AIDS e Hepatite B

DATA: 13/11/2013
HORÁRIO: 13:30 as 17:00
LOCAL: Auditório da Associação Brasileira de Odontologia (ABO-RJ)
            Rua Barão de Sertório, 75, Rio Comprido.
Coordenação: Gustavo Magalhães

1.   Objetivos da Sessão Temática:
      Divulgar a situação epidemiológica de DST/AIDS no Municipio do RJ e o novo modelo de atendimento dos pacientes com HIV/AIDS na Atenção Básica de Saúde
Apresentar o protoclo de solicitação de exames de hepatites B e C.

2.   Resultados esperados
    Sensibilizar os profissionais de saúde para a importância e os benefícios da descentralização do atendimento do paciente com HIV/AIDS.
     Racionalização na solicitação de exames de hepatite B e C

3. PROGRAMAÇÃO:

3.1-Subtema: Situação epidemiológica do HIV/AIDS no Municipio do RJ
Facilitador Gustavo Magalhães - Gerente Programa DST/AIDS

3.2-Subtema: Proposta de organização do atendimento do paciente com HIV/AIDS no Municipio do RJ
Facilitador Gustavo Magalhães - Gerente Programa DST/AIDS

 3.3-Subtema:  A questão do sigilo do diagnóstico  no atendimento ao paciente com HIV/AIDS na Estratégia de Saúde da Família
      
3.4-Subtema: Debate: Protocolo de solicitação de exames para hepatites virais (B e C) -Gustavo Magalhães - Gerente Programa DST/AIDS

4.   Referências bibliográficas
Ministério da Saúde: (todos disponíveis em: www.aids.gov.br/publicacoes)
   Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Adultos Vivendo com HIV/AIDS - Versão Preliminar, 2013. 
 Recomendações para terapia antirretroviral em crianças e adolescentes infectados pelo HIV  2009
Recomendações para profilaxia da transmissão vertical do HIV e terapia antirretroviral em gestantes  2010
Recomendações para terapia antirretroviral em adultos infectados pelo HIV- 2008 (para avaliar doenças oportunistas) e (Suplemento III  para avaliar prevenção


5.        Link para inscrição:


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Campanha Fique Sabendo

Postado em 30/09/2013
Transou sem camisinha?
Faça o Teste de Aids!

No dia 30 de setembro de 2013 estaremos de portas abertas, das 8h às 17h para mais um Fique Sabendo, onde teremos:

1 - Testagem para HIV;
2 - Testagem de sífilis;
3 - Orientações;
4 - Aferições de PA e controle glicêmico:

 Faça o Teste!

Estimativas do Ministério da Saúde indicam que existem hoje no Brasil cerca de 630 mil pessoas vivendo com o HIV, o vírus da aids. Dessas, 255 mil nunca teriam feito o teste e por isso não conhecem sua sorologia. Do ponto de vista epidemiológico, o diagnóstico é fundamental para o controle da epidemia.

Por que você deve fazer o teste? 

Saber se tem o HIV precocemente permite começar o tratamento no momento certo e ter uma melhor qualidade de vida.
Além disso, mães soropositivas podem aumentar suas chances de terem filhos sem o HIV, se forem orientadas corretamente e seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto.
  
O teste de aids é gratuito, sigiloso e um direito seu!



Quando fazer?

O teste de aids não deve ser feito de forma indiscriminada e a todo o momento. O aconselhável é que quem tenha passado por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido, faça o exame. Após a infecção pelo HIV, o sistema imunológico demora cerca de um mês para produzir anticorpos em quantidade suficiente para serem detectados pelo teste. Por conta disso, é melhor fazer o exame após esse período.


SITUAÇÕES DE RISCO
O HIV pode ser transmitido:

• Por relações sexuais desprotegidas (sem o uso do preservativo), anais, vaginais e orais;
• Pelo compartilhamento de agulhas e seringas contaminadas;
• De mãe para filho durante a gestação, o parto e a amamentação;
• Por transfusão de sangue.

Mas é bom lembrar que o HIV não é transmitido pelo beijo, toque, abraço, aperto de mão, compartilhamento de toalhas, talheres, pratos, suor ou lágrimas. Portanto, toda pessoa soropositiva pode e deve receber muito carinho e atenção!


Como fazer?

O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito por meio de testes, realizados a partir da coleta de uma amostra de sangue. No Brasil, temos os exames laboratoriais como o Elisa anti-HIV e os testes rápidos que detectam os anticorpos contra o HIV em um tempo inferior a 30 minutos.    


Os testes rápidos

Os testes rápidos são realizados a partir da coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo. O sangue é colocado em um dispositivo de testagem. Para chegar ao resultado, o profissional que o realiza segue um fluxo determinado cientificamente. Se o resultado for negativo, o diagnóstico é fechado. Em caso de resultado positivo, é feito outro teste para confirmação. Assim, o resultado tem a mesma confiabilidade dos exames convencionais e não há necessidade de repetição em laboratório.

O processo completo consiste na coleta de sangue e no aconselhamento antes de depois do teste. Distribuído gratuitamente para serviços de saúde da rede pública, é utilizado na maior parte das ações do Fique Sabendo, principalmente pela agilidade e praticidade.

Não deixe de pegar seu resultado.

Se der negativo...
Se cuide, use sempre camisinha.


E se der positivo?
Lembre-se que você não está sozinho. O SUS (Sistema Único de Saúde) oferece tratamento e acompanhamento gratuitos.


Onde fazer?

Os testes para detectar o vírus HIV são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) sigilosa e gratuitamente. Os laboratórios da rede particular também realizam. Nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), que são unidades da rede pública, os exames podem ser feitos inclusive de forma anônima.

Ao receberem o resultado, os pacientes passam por um processo de aconselhamento, feito de forma cuidadosa, com o objetivo de facilitar a interpretação do resultado pelo paciente.

Onde fazer o teste
Na Unidade Pública de Saúde mais próxima da sua residência.




Venha!

O resultado sai em 15 minutinhos.


terça-feira, 2 de julho de 2013

OMS lança novas diretrizes sobre tratamento com antirretrovirais




Brasil foi citado como um dos países que incentivam uso precoce dos medicamentos



da redação do Jornal da Saúde
com informações da Agência Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou neste domingo (30), em Kuala Lampur, na Malásia, novas diretrizes para o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus HIV. A entidade quer que os governos incentivem o tratamento em adultos, crianças, grávidas e mulheres que amamentam.

Os governos do Brasil, da Argentina e da Argélia foram mencionados pela OMS pelo incentivo ao tratamento. A expectativa é que com o estímulo caiam os números de infectados e mortos devido à doença. Com o incentivo ao tratamento, a meta é evitar que cerca de 3 milhões de pessoas morram de aids e a prevenção provoque a redução de 3,5 milhões de casos da doença até 2015.

Atualmente cerca de 10 milhões pessoas tomam os retrovirais no mundo, segundo a entidade. Para a OMS, é fundamental também que os parceiros de pessoas com HIV também sejam tratados. As recomendações foram lançadas pela OMS durante a Conferência Internacional sobre Aids e a Sociedade 2013.

A conferência ocorre a cada dois anos e atrai cientistas, médicos e especialistas em saúde pública. Atualmente o tratamento com retrovirais envolve três medicamentos: tenofovir, lamivudina e efavirenz. A dose é diária.

No Brasil, desde o início da epidemia, em 1980, até junho de 2012, o país registrou 656.701 casos de aids (doença manifestada). Em 2011, foram notificados 38.776 casos da doença e a taxa de incidência de aids no Brasil foi 20,2 casos por 100 mil habitantes. Atualmente, há mais casos da doença entre os homens do que entre as mulheres, mas a diferença vem diminuindo ao longo dos anos.

Entre os brasileiros, a faixa etária, de 25 a 49 anos, em ambos os sexos, é a que registra a maior incidência da doença. Mas as autoridades brasileiras advertem sobre o aumento de incidência entre os jovens de 13 a 19 anos – registrando mais casos entre as mulheres. De acordo com especialistas, a forma de transmissão entre os maiores de 13 anos de idade é a sexual.

Sete países da África Subsaariana reduzem em 50% a infecção infantil por HIV





Número faz parte de relatório do Unaids 


da redação do Jornal da Saúde
com informações da ONU

A infecção de crianças pelo vírus HIV caiu pela metade em sete países da África Subsaariana desde 2009. É o que aponta um relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids).

A redução foi confirmada na África do Sul, Botsuana, Etiópia, Gana, Malauí, Namíbia e Zâmbia. Tanzânia e o Zimbábue também estão apresentando progresso substancial.

Essa conquista foi relatada no último documento sobre o progresso do Plano Global para a eliminação de novas infecções pelo HIV entre crianças e a manutenção da vida de suas mães, lançado em julho de 2011 na Assembleia Geral da ONU sobre a aids. As metas contidas nesse plano têm de ser atingidas até 2015.

O plano tem duas metas principais: a redução de 90% no número de novas infecções infantis pelo HIV e a redução de 50% no número de mortes maternas relacionadas à aids.

O documento se concentra em 22 países que apresentam 90% das novas infecções pelo HIV entre as crianças. O presente relatório mostra os progressos realizados pelos 21 países da África Subsaariana e alguns dos desafios enfrentados para cumprir as metas. Os dados da Índia não estavam disponíveis no momento em que o relatório foi escrito.

Houve menos 130 mil novas infecções pelo HIV entre crianças nos 21 países analisados – queda de 38% desde 2009.

O relatório do Unaids aponta, no entanto, que, apesar da redução do número de novas infecções pelo HIV, medidas urgentes precisam ser tomadas pra melhorar o diagnóstico precoce do vírus em crianças e garantir o acesso imediato aos antirretrovirais. O documento também aponta uma urgente necessidade de ampliar o tratamento contra o HIV durante o período de amamentação, já que apenas a metade das lactantes infectadas recebe os medicamentos.

Infográfico

3 Equipes de Saúde
em nossa unidade.
822,179 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
18.767 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

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Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

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